quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Palácio Rio Negro.
Mercado Adolpho Lisboa.
Colégio Dom Pedro II.
Prédio da Alfândega.

Comida de buteco

Caldeirada de lulas (receita portuguesa)

Ingredientes (para 8 a 10 pessoas)

- 2kg e 500 g de lulas pequenas frescas (encontra nos bons supermercados)
- 2 cebolas bem grandes ou 3 médias
- 200 ml de azeite
- 2 copos grandes de vinho branco
- 500 g de tomates maduros
- 1 pimentão verde e outro vermelho, em pedaços
- 1,5 kg de batatas
- 1 maço de salsa
- sal
- pimenta-do-reino moída na hora
- molho de pimenta
- 1 colher de chá de curry, se gostar

Modo de preparo

- Lave cuidadosamente as lulas, tire os olhos, a pena córnea interna, limpando bem os tentáculos e reserve.
- Deixe-as inteiras se forem pequenas ou corte-as em pedaços, se forem grandes.
- Numa panela grande, acomode as cebolas cortadas em meias-luas finas ou em rodelas, o maço de salsa, pimenta-do-reino e o molho de pimenta.
- Por cima, coloque as lulas cortadas aos pedaços, os tentáculos, o tomate sem peles nem sementes, picado ou simplesmente esmagado com as mãos, um pouco de sal e o curry, se desejar.
- Por cima das lulas, coloque as rodelas de batatas, regue com o azeite e o vinho, pulverize sobre elas uma leve camada de sal e leve ao fogo muito baixo, que é o segredo deste prato.
- Não mexa nunca com a colher de pau.
- Se quiser verificar se está pegando, agarre firmemente a panela pelas alças e dê um movimento de rotação, jamais na vertical, para não desmanchar as batatas.
- Se estiver secando demais, ponha um pouquinho de água.
- Só um pouquinho, porque este prato deve ser cozido no vinho, na água das lulas, dos legumes e das batatas.
- Quando as batatas de cima estiverem cozidas, quase se desmanchando, o prato estará no ponto, com as lulas bem cozidas.
- O álcool do vinho terá evaporado todo.
- Bom apetite.

Gente de bem com a vida

Um quarteto fantástico: Lindinaldo, Valdir Melo, Leandro e Bené.
O que a cerveja não faz. Gilbertinho se revela um grande cantor. Luiz (com a camisa do Vasco), quase não acredita no que escuta.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Mascotes de clubes

São Paulo Futebol Clube

Como não poderia deixar de ser, a mascote símbolo do tricolor paulista é o santo que dá nome à cidade e ao clube, São Paulo, utilizado desde a fundação do clube. Quem não conhece aquele santinho velho e simpático, vestido com a camisa são-paulina e que acompanha e protege os atletas?

O santo São Paulo, foi criado na década de 40 por um cartunista do jornal A Gazeta Esportiva. A imagem do santo agradou a todos os são-paulinos e permanece até hoje como mascote oficial do clube. O verdadeiro santo morreu jovem, mas o simbolo é um velhinho.

Por isso o São Paulo é chamado de "o clube da fé". Ele é tão importante e tão querido que já foi até símbolo de uma torcida uniformizada. Atualmente a figura também serve para animar os torcedores durante os jogos no Morumbi.

Nosso time é o Brasil

Pentacampeões do mundo em Brasília.
O verde e amarelo dá o tom.
Com a Seleção no coração.
Cada um tem o seu time preferido. Mas a Seleção é de todos.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Copa da África do Sul já tem mascote

O leopardo Zakumi será a mascote da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. O lançamento oficial foi nesta segunda-feira. O nome foi escolhido porque "Za" é a sigla da África do Sul e "kumi"significa "dez", em vários idiomas nativos. O desenho foi feito pelo sul-africano Andries Odendaal. O secretário-geral da Fifa, JeromeValcke, declarou que Zakumi representa o povo, a geografia e o espírito sul-africanos e personifica a essência da Copa do Mundo.

Comida de buteco

João deitado do vale

É um dos tesouros da culinária de Belo Vale, um município mineiro distante 86 quilômetros de Belo Horizonte. Vale a pena ir até lá e trafegar por uma das estradas mais bonitas do Estado. É um quitute feito com broa de milho e enrolado em folha de bananeira. Esta receita vem sendo passada de geração em geração. A coalhada é o grande segredo da receita, e que vai dar o ponto certo. Uma outra dica é usar rapadura em vez de açúcar.

Ingredientes

• 400 g de fubá de moinho d’água
• 200 g de farinha de trigo
• 200 g de açúcar cristal
• 1 colher (sobremesa) de sal
• 4 ovos caipira
• 200 ml de óleo
• 2 colheres (sopa, cheias) de manteiga
• 2 colheres (sopa) de fermento em pó
• 300 ml de coalhada
• Folhas de bananeira
• 2 gotas de água sanitária (para limpar as folhas)
• 1 litro de água
Preparo
- Mergulhar as folhas de bananeira em um litro de água, juntamente com a água sanitária. - - Deixar por 5 minutos.
- Retirá-las e secá-las com pano de prato. Reservar.
- Em uma tigela, misturar os ovos, o óleo, o açúcar, o sal e a manteiga.
- Acrescentar o fubá, a farinha, o fermento e a coalhada e misturar, até que a massa fique consistente.
- Cortar cada folha de bananeira em quatro partes.
- Em cada uma, colocar duas colheres (sopa) da massa e enrolar.
- Levar ao forno na temperatura de 200 graus, por 30 minutos.

Tudo é festa!!!

Curiosidade: o que será que o Bené disse ao Valdir Melo?
Valtinho, Nilo Dias e Piauizinho, um dos nossos competentes churrasqueiros.
Segurança máxima.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

As musas da cerveja