sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A estrela de Belém

A Bíblia relata que uma estrela guiou os três Reis Magos desde o Oriente e indicou o lugar onde era possível encontrar o Menino Jesus. São muitas as teorias que tentam explicar este milagre, entre elas está a que se tratava do brilhante planeta Vênus, da passagem dos cometas Halley ou Hale-Bopp, uma ocultação da Lua...

Uma das hipóteses aceitas é a do astrônomo Johannes Kleper, que em 1606 afirmou que a estrela era uma rara tripla conjugação da Terra com os planetas Júpiter e Saturno, passando pelo Sol e ao mesmo momento por Peixes.

Esta conjugação se apresenta aos olhos do observador terrestre como uma estrela muito brilhante. Outra suposição, esta mais recente, tem a idéia de uma nova estrela brilhante observada próxima da estrela Theta Aquilae.

A estrela de Belém é relembrada situando-a tanto na representação do presépio como na ponta da árvore de Natal.

Os enfeites da árvore de Natal

As bolas e estrelas que enfeitam a árvore de Natal representam as primitivas pedras, maçãs ou outros elementos que no passado enfeitavam o carvalho precursor da atual árvore de Natal. Cada um desses enfeites tem em si um significado.

Antes de que fossem substituídas por lâmpadas elétricas coloridas, as velas eram enfeites comuns nas árvores e simbolizam a purificação, com a chama sendo acesa como a representação de Cristo, a luz do mundo. As ferraduras são um clássico amuleto que atrai a boa sorte.

As habituais pinhas se utilizam como um símbolo da imortalidade e os sininhos como mostra do júbilo natalino. As maçãs e as bolas de cores, sua mais tradicional variante, desenvolvidas pelos sopradores de vidro da Boêmia do século 18, são signos que atraem de abundância.

Finalmente, as estrelas anunciam os desígnios de Deus. Segundo conta a Bíblia, cada estrela tem um anjo que vela por ela, crença que suporta a antiga idéia de que cada uma das que povoa o firmamento é em si mesma um anjo. A que se põe no alto da árvore de Natal refere-se à de Belém.

Os reis magos

No tempo do Rei Herodes, três reis magos chegaram do Oriente a Jerusalém: Melchior, que era um ancião, Gaspar, um jovem branco, e Baltazar, um homem de raça negra e barba. Em sua chegada, os reis magos anunciaram ao povo de Jerusalém que havia nascido o rei dos judeus em Belém.

Ainda que todo o povo tenha se alarmado, Herodes lhes deu permissão de viajar até Belém na busca do menino e pelo caminho uma estrela os guiou até o berço onde estava o bebê com sua mãe.

Os três reis ficaram alegres ao vê-lo e ofereceram seus presentes: ouro, incenso e mirra. Depois disso, regressaram a sua terra por outro caminho, com medo da reação de Herodes. Desde então, o dia 6 de janeiro é celebrado em muitos países pela chegada dos reis magos.

Neste dia, é considerada uma tradição dar presentes às crianças que tenham se comportado e carvão aos que foram maus durante o ano.

A origem do presépio

As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha, na França, no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.

A tradição católica diz que o presépio surgiu no século 13, quando São Francisco de Assis quis celebrar um Natal o mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, um boi e um jumento vivos perto dela. Nesse cenário foi celebradada em 1223 a missa de Natal. O sucesso dessa representação do presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres.

Na Espanha, a tradição chegou pela mão do monarca Carlos III, que a importou de Nápoles no século 18. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século 19 e na França não o fez até inícios do século 20.

Panetone

O bolo recheado de frutas secas e uvas secas é uma tradição do Natal italiano e surgiu em Milão, mas há três versões diferentes para explicar sua origem.

A primeira versão é que o produto nasceu no ano 900, inventado por um padeiro chamado Tone. Por isso, o bolo teria ficado conhecido como pane-di-Tone. A segunda versão da história diz que o mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, preparou o produto para uma festa em 1395.

E a última versão conta que um certo Ughetto resolveu se empregar numa padaria para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono. Ali ele teria inventado o panetone, entre 1300 e 1400. Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa.

No Brasil, a tradição começou a se expandir depois da Segunda Guerra Mundial, quando imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo panetone consumido por eles na Itália na época de Natal.

Peru de Natal

Cristóvão Colombo conheceu o peru quando chegou à América. Ele acreditava estar chegando às Índias por um novo caminho. Por isso, o peru ficou conhecido na Itália como gallo d'Índia (ou dindio/dindo); na França, como coq d'Índe ou dinde; e na Alemanha, como calecutischerhahn, numa referência a Calcutá.

Por seu excelente sabor, foi logo aceito na Europa. De tanto sucesso, em 1549, foi oferecido à rainha Catarina de Médicis, em Paris. No banquete foram servidos cem aves (70 "galinhas da Índia" e 30 "galos da Índia"). Era tão apreciado que se tornou o símbolo de alimento das grandes ocasiões.

Nos Estados Unidos, o peru representou o fim da fome dos primeiros colonos ingleses que lá chegaram, e hoje é prato obrigatório no Thanksgiving, ou Festa de Ação de Graças. No Brasil a ave é apreciada desde a época colonial.

A Missa do Galo

É com o nome de Missa do Galo que se conhece a missa celebrada na noite de Natal. Sua denominação provém de uma fábula que afirma que foi esse animal o primeiro a presenciar o nascimento de Jesus, ficando encarregado de anunciá-lo ao mundo. Até o começo do século 20 era costume que a meia-noite fosse anunciada dentro do templo por um canto de galo, real ou simulado.

Essa missa apareceu no século 5 e, a partir da Idade Média, transformou-se em uma celebração jubilosa longe do caráter solene com que hoje a conhecemos. Até princípios do século 20, perdurou o costume de reservar aos pastores congregados ali o privilégio de serem os primeiros a adorarem o Menino Jesus. Durante a adoração, as mulheres depositavam doces caseiros, que logo trocavam por pão bento ou Pão de Natal.

Era também costume reservar um pedaço deste pão como amuleto, ao qual só se podia recorrer em caso de doença grave. Outra tradição que perdurou é a de estreiar nessa noite uma peça de roupa com a qual se afastava o demônio.

Em algumas regiões, esta missa se celebra durante as primeiras horas do dia. Na maioria dos países da América de língua espanhola é tradição que toda a família acuda a ela unida e para os panamenhos é o momento mais importante das festas.

O homem de neve

Nos países frios, as crianças se acostumaram a sair nos dias de neve de Natal para criar seu próprio homem de neve. O processo é muito simples, só é preciso armar duas grandes bolas de neve e colocá-las uma sobre a outra.

É preciso uma cenoura para servir de nariz, um cachecol velho, um chapéu, algumas laranjas para os olhos e quatro galhos para servir de pés e mãos.

A tradição popular acabou virando mania e se transformou em peça de decoração de árvores de Natal, mesmo em países tropicais como o Brasil.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A "gatinha" do dia

Você lembra?

Dinheiro faz o cara virar "gatão"

O "bonitão" da foto é mineiro de São João del Rei (MG). Tempos atrás ganhou a Mega Sena. A menina de vermelho declarou que já estava de olho nele, a quem classificou como um "gatão".

Largo da Glória - Rio de Janeiro - 1905


Destaque Esportivo

Elias agrada na chegada a Madri

AFP

O brasileiro Elias, novo reforço do Atlético de Madri, chegou à capital espanhola para exames físicos e mostrou disposição para conquistar a torcida colchonera. O ex-volante do Corinthians, que defenderá o clube nas próximas quatro temporadas, agradou de cara ao afirmar que pode atuar na posição em que o técnico Quique Sánchez Flores desejar.

"Prefiro jogar atrás, mas vou atuar onde o treinador achar que posso ajudar mais", afirmou o jogador, prometendo empenho para estar em forma dentro de alguns dias. "Estava de férias, descansando no Brasil, e preciso de alguns dias para recuperar a forma física".

Elias falou também do sonho de ajudar a equipe a se classificar para a próxima Liga dos Campeões da UEFA.

"O Atlético é um clube com grande tradição, que está sempre lutando para jogar a Champions League, e quero ajudar o clube na principal competição europeia", disse o volante. "Estou muito feliz pela oportunidade que estou recebendo, de estar em um grande clube. Espero fazer aqui o mesmo que fiz pelo Corinthians".

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Inter, um grande amor!!!

COMO OPERADOR DO BLOG, E TORCEDOR DO INTERNACIONAL, NESTE MOMENTO DE EXTREMA VERGONHA PORQUE PASSAMOS, PELA INESPERADA DERROTA NO MUNDIAL DE CLUBES, ME PERMITO A REPRODUZIR O ARTIGO ABAIXO, QUE É VERDADEIRO.

Amores de verdade

Por Luciano Bonfoco Patussi

15 de dezembro de 2010
www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Não arriscarei uma tentativa de explicar o inexplicável, medir o imensurável e, tampouco, tocar o intangível. O Inter perdeu. Estou zonzo. A ficha ainda não caiu, pois acostumamo-nos a ganhar demais.

E dizer isso não é arrogância. A seguir vocês entenderão. Já disse certa vez o jovem e talentoso escritor colorado Pitta, mais ou menos assim: “não torço pelo Inter devido as suas vitórias, nem mesmo por seus títulos. Um colorado opta pelo vermelho pela essência da camisa e pela história que representa o time da beira do rio”. É isso que me fez ser colorado. Não só eu. Todos nós!

Ser colorado é a maior dádiva que poderia ser proporcionada a qualquer torcedor, de qualquer continente, nos últimos tempos. O Inter decide títulos. Não ganha todos. Mas decide. Quem decide, tem chances reais de título. Qual torcedor não gostaria de fazer parte desta história?

Pois bem, em determinadas vezes, é preciso algum tombo nos mostrar que somos mortais. E como é bom ser mortal! Todos já devem ter ouvido a célebre frase que diz: “quanto maior o coqueiro, maior é o tombo”. Pois é. Hoje, após derrota colorada para o congolês Mazembe, rivais se contorceram na tumba, fogos explodiram nos céus e cornetas foram ouvidas em todo o canto do mundo. É, povo colorado, o Inter é gigante! Seu escorregão causa orgias liberadas pelo mundo afora.

Entretanto, precisamos reconhecer: torcemos por um clube de raízes populares e humildes. Realmente, pelo que se viu dentro do gramado, o Inter não mereceu vencer. O time colorado foi ao mundial, carregado nos ombros de milhões de almas vermelhas, mas deixou a desejar. Preparação insuficiente? Planejamento equivocado? Tensão eleitoral? Insuficiência técnica? Isso não importa. Não mais interessa!

O que importa é que em 2010 o Internacional foi eliminado pelo Mazembe, da República Democrática do Congo, na fase semifinal do Mundial de Clubes. Isso será lembrado para sempre, tal qual aquela rasteira que o colorado levou do Juventude, em 1999. Parecida com aquela tragédia ocorrida contra o Olímpia, em 1989. Você foi “menos colorado” por tudo aquilo que aconteceu em determinado momento da história? Eu não fui. Você, tenho certeza, também não foi. Seu coloradismo foi reabastecido naqueles momentos!

Torcedor colorado, raciocine comigo: qual o clube que cresceu apenas com vitórias? Não foi o Inter. O Inter, que nasceu popular e humilde, tem de reaprender a lidar com a derrota. Não que ela deva ser costumeira, muito pelo contrário.

Mas uma eventual derrocada servirá para que o Inter alcance novos horizontes, sem jamais esquecer sua história, sem sequer ousar apagar determinada decepção coletiva que possa ter ocorrido em determinado momento da nossa existência. Isso se justifica, até porque amores de verdade, vez ou outra, decepcionam. Mas se fortalecem. Já a palavra fiasco, esta tem outras cores, outra filosofia e outra história.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Festa no Bar do Hans

O Bar do Hans,também conhecido por "Sinuca's Bar" fica ao lado do Bar do Ceará. Muitos clientes frequentam os dois bares, por isso o blog "Amigos do Bar do Ceará" publica uma série de fotos da confraternização de Natal e Fim de Ano, que aconteceu no estabelecimento vizinho, no sábado dia 11 de dezembro de 2010.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Passeando pela Feira Modelo

Ela me obedece em tudo, com medo da Lei Mário da Penha

E agora, mulheres?

Lei Mário da Penha

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 11.069, DE 25 DE JULHO DE 2009.

Regulamenta o direito e as obrigações entre os casais e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art.1º Todo desejo do marido é uma ordem.

Parágrafo Único - É obrigação da esposa adivinhar todos os desejos do marido.

Art.2º Fica assegurada à mulher a liberdade de expressar sua opinião.

Parágrafo 1. O marido não é obrigado a ouvi-la.

Parágrafo 2. Caso a opinião possa ser aproveitada, o marido assume automaticamente a autoria da mesma.

Art.3º É facultado a esposa dizer a última palavra, desde que seja "sim senhor", ou algo equivalente.

Art.4º É facultado ao marido conviver em regime matrimonial com tantas mulheres quantas as que ele possa sustentar. (Vetado)

Art.5º É dever da esposa que trabalha ou que tenha fonte de renda de qualquer natureza, entregar toda remuneração ao marido, para que este o administre com a inteligência que somente a ele é peculiar.

Art.6º Ficam garantidas: cinco noites, duas manhãs e três tardes livres, por semana, para o marido jogar futebol, beber com os amigos ou qualquer atividade exigida por sua condição de macho e predador.

Parágrafo Único. Em carácter compensatório, pode a mulher assistir por três vezes uma telenovela noturna, desde que não coincida com o horário jornalístico ou de futebol, isto, se todo o trabalho doméstico estiver dentro dos conformes estipulados pelo marido.

Art.7º A partir desta data, a esposa ou assemelhada, mesmo que eventual, passa a ser chamada de "MULHER", e esta poderá, caso permitido pelo marido, tratá-lo por 'TU', porém, somente em casa e nunca em público, onde o tratamento deverá ser, obrigatoriamente, "O SENHOR".

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 25 de julho de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Jorge Armando Felix
Álvaro Augusto Ribeiro Costa

Minha mãe... Que é isso?

Prestem atenção no nome dele na camisa.