terça-feira, 3 de maio de 2011

Bolo em 3 minutos

Fazer bolo é muito chato: demora pra ficar pronto, faz muita sujeira e é muito complicado. Mas existe uma receiata que foge a essa regra: o bolo de caneca! O melhor de tudo é que ele é feito no microondas.

É a solução perfeita para aqueles dias em que você acorda morrendo de fome e não tem absolutamente nada pra comer em casa. Veja como fazer. Você vai precisar de uma caneca de 300 ml, que pode ser de plástico ou de metal.

Ingredientes

1 ovo
3 colheres de sopa de óleo
3 colheres de sopa de leite
2 colheres de sopa de açucar
2 colheres de chocolate em pó (ou 3, dependendo do seu gosto)
4 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento

Modo de preparo

- Os ingredientes devem ser colocados na caneca nessa ordem: ovo, açucar, leite, chocolate em pó, óleo, farinha de trigo e fermento.

- Cada vez que adicionar algum igrediente, misture bem antes de colocar o próximo.

- Depois de tudo dentro da caneca, deixe por 3 minutos na potência máxima do microondas.

- Deixe esfriar um pouco e é só mandar bala.

Se quiser, você pode incrementar com caldas, sorvetes, frutas, castanhas, etc.

Aconteceu na Tam!!!

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

Qual o problema, senhora?, pergunta a comissária. "Não está vendo?", respondeu a senhora. "vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira".

"Por favor, acalme-se", disse a aeromoça. "Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível".

A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. "Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe".

E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continuou: "Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável".

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: "Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe.'

E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Já foi bom um dia!!!

América F.C., do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Um dos nossos "gurus" em Recife

O amigo Valdir Melo, alto funcionário do Banco Regional de Brasilia (BRB) e um dos "gurus" do Bar do Ceará, na sua recente visita a Recife não se limitou apenas a brincar no Carnaval, que é um dos melhores do país. Matou a saudade da capital pernambucana em passeios que variaram das praias a outros pontos de raro encantamento. E ainda sobrou tempo para se deliciar com os gostosos pratos da culinária da terra.















quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bar do Ceará chega aos 25 anos

A data quase passou despercebida. No dia 1 de abril o “Bar do Ceará” (Bar Central) completou 25 anos de fundação. O estabelecimento comercial, nos moldes atuais, começou a funcionar em 1 de abril de 1986, por iniciativa de Antônio Vale Ponte, tio dos atuais proprietários, que veio do Rio de Janeiro para residir em Sobradinho.

Seu desejo era abrir um bar, mas não tinha experiência no ramo. Por isso procurou o sobrinho Valderi, com quem fez uma sociedade. Então foi comprado o antigo “Bar do Reco”, pela quantia de Cr$ 20 mil.

Mas a sociedade não durou muito tempo. Cerca de oito meses depois, Antônio resolveu voltar para o Rio de Janeiro e vendeu sua parte por Cr$ 30 mil, a outro sobrinho, Valmir, irmão de Valderi.

Dessa feita a parceria foi para valer, durou três ou quatro anos. Como Valmir estava de casamento marcado e adquirira um outro bar na Quadra 6, a sociedade foi mais uma vez desfeita. E como se tratava de um negócio de família, quem entrou de sócio foi Vildemar, o irmão mais moço de Valderi, que se mantém firme no bar até hoje.

O nome verdadeiro é “Bar Central”. Mas a sabedoria dos seus freqüentadores mudou para “Bar do Ceará”, em razão dos irmãos proprietários serem cearenses. Hoje o bar é lugar de encontro de pessoas de todas as partes do Brasil. O ambiente é acolhedor e pode-se discutir futebol, política e qualquer outro assunto, dentro do maior respeito às opiniões divergentes. E também assistir pela TV os grandes jogos de futebol.

São comuns as festas de confraternização. E motivos não faltam: aniversário de alguém, vitória do time do coração, datas marcantes como Natal e Ano Novo. É assim o nosso bar aniversariante. Um bom lugar para um bate-papo quente e agradável, acompanhado de uma cerveja gelada.

Nessa trajetória de 25 anos, muitos foram os amigos que partiram para o outro plano espiritual. Deixaram saudade, não foram esquecidos. Todos eles fazem parte da história do nosso bar.

Democraticamente, tem torcedor para qualquer time.
A sempre bem vinda presença feminina.
Tem sempre um motivo para festa.
O bar permite até que gremista e colorado tirem foto juntos.
Muita animação.
O show não pode parar.
Talentosos cantores.
Música ao vivo.
Churrasco é o que não falta.
Um lugar para fazer novas amizades.
O bar continua sendo um lugar agradável.

Até time de futebol o bar já teve.
Vildemar veio depois.
Valderi, esta no bar desde o início.
Antônio Vale Ponte, tio dos atuais proprietários foi o idealizador do bar.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Férias em Pernambuco (I)

O amigo Valdir Melo, alto funcionário do Banco Regional de Brasília (BRB)é realmente um grande folião. O Carnaval é uma de suas paixões. Todos os anos, quando não vai a sua bonita Recife, brinca com a turma do "Galinho de Brasilia", uma extensão do maravilhoso Carnaval pernambucano, na Capital do Brasil. Este ano o nosso amigo e esposa, aproveitaram bem as férias e se divertiram a valer nos folguedos recifenses, como bem mostram as fotos abaixo.