segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Outra festa de primeira (1)

A cobertura fotográfica da bonita festa de aniversário do amigo Maranhão, ocorrida no último sábado (15), só foi possível graças a colaboração do amigo Paulinho (PM), que gentilmente cedeu sua máquina fotográfica. A ele, os agradecimentos do blog "Amigos do Bar do Ceará".

Maranhão junto das filhas e uma amiga.

Roberto (verde), Eraldo, uma amiga, Orlandinho e Aguiar.

Vista parcial da festa.

O amigo João.

A festa por outro ângulo.

Galera do som.

Pessoal num animado bate papo.

Maranhão recebe merecido presente.

O que será que essa turma estava falando?

O conjunto "Nó da Madeira" anima todas as nossas festas.

domingo, 16 de novembro de 2008

Recordar é viver

Essa foto é bastante significativa: é do tempo em que a Iza e a Silvia tinham salão de beleza ao lado do bar. Também é do tempo que o Vildemar tinha mais cabelo e essa turma toda era bem mais jovem.

Nesta foto aparecem o Rogério (que fim levou?), Eraldo (fazendo beicinho), Lindinaldo, Bento (fazendo gracinha) e Átila.

Fique sabendo

De onde vem a expressão "rodar a baiana"?

Rodar a baiana é armar um barraco, fazer uma confusão. O Carnaval já era uma farra no início do século, e como toda bagunça que se preze, tinha confusão. A mais repetida explicação para a expressão "rodar a baiana" vem justamente daí: em meio aos desfiles da época no Rio de Janeiro, alguns gaiatos já tinham a mania de passar a mão no bumbum da mulherada.

Isso também acontecia com as baianas - era um beliscão, um grito e um giro. Até que elas começaram a desfilar com guarda-costas disfarçados, capoeiristas vestidos como elas que revidavam com navalhas, e aí você tem a autêntica rodada de baiana: belisco, giro, confusão.


Comida de buteco

Carne moída a putanesca

Ingredientes

500 g de carne moída (patinho)
10 azeitonas pretas sem o caroço
1 colher (sopa) de alcaparras
1 colher (sopa) de orégano (ou o quanto baste)
1 colher (sopa) de manjericão (ou o quanto baste)
1 dente de alho picado
3 tomates sem as sementes (cortados em cubos)
5 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola grande (cortada em cubos)
2 tabletes de caldo de carne
1 colherinha (2 g) de ajinomoto
Quanto baste de pimenta calabresa desidratada

Modo de Preparo

- Coloque o azeite na panela, deixe-o ficar moderadamente quente
- Acrescente a cebola e o alho refogando-os até começarem a dourar
- Agora refogue a carne moída e acrescente os dois tabletes de caldo de carne e o aji-no-moto
- A carne deve secar totalmente (não acrescente água e não tampe a panela) ficando bem moreninha
- Agora é hora de acrescentar os tomates picados, as azeitonas pretas sem caroço e as alcaparras
- Mexa bem e para finalizar acrescente o orégano, o manjericão e a pimenta calabresa, mexa mais um pouco e é só servir
- Basta uma saladinha de alface e arroz para acompanhar.



Conheça Duque de Caxias, na Baixada Fluminense

O amigo Valtinho, frequentador do Bar do Ceará é torcedor do Vasco da Gama. Ele nasceu no município de Duque de Caxias, localizado na Baixada Fluminense no Rio de Janeiro. Em homenagem a ele publicamos um histórico e fotos do municipio.

O povoamento da região hoje ocupada por Duque de Caxias começou por uma área doada por Estácio de Sá em 1565 a vários sesmeiros, dentre os quais se encontrava Cristóvão Monteiro, beneficiado com uma expressiva faixa de terra às margens do Rio Iguaçu. O local hoje é conhecido como Núcleo Colonial São Bento, tombado pelo Patrimônio Histórico da União e mantido pela Diocese de Duque de Caxias.

A casa e a capela da antiga Fazenda São Bento estão praticamente em ruínas.Por volta de 1610, foi erguida a Igreja de Nossa Senhora das Neves, considerada Capela Curada da Freguesia. Já no século XVIII, foi construída a Igreja Nossa Senhora do Pilar transformada em Matriz da Vila e localizada junto ao Porto do Pilar, embarcadouro encarregado de receber e transportar para o Porto do Rio de Janeiro, na Praça XV, o ouro e as pedras preciosas provenientes de Minas Gerais, que aqui chegavam em lombo de burros, através do Caminho Novo. Dele ainda resta um trecho que liga Pilar a Xerém, rebatizado com o nome de Estrada Dona Tereza Cristina.

A região de Duque de Caxias era grande produtora de açúcar e cachaça. Chegou a dispor de 14 embarcadouros, inclusive no Rio Sarapuí, que dava acesso à residência de dona Domitila de Castro, a Marquesa de Santos, local hoje denominado Vila São José. Com o fim da escravidão, que provocou a derrocada da economia agrária, as terras foram abandonadas pelos colonizadores e só voltaram a ser ocupadas no meio do século XX.

Em 1928, foi dado um impulso maior com a inauguração da Estrada Rio-Petrópolis, hoje Avenida Presidente Kennedy, pelo Presidente da República Washington Luiz. A Vila Meriti conquistou sua emancipação política com o nome de Duque de Caxias em 31 de dezembro de 1943. O nome foi em homenagem ao Marechal Luís Alves de Lima e Silva, que nasceu m 1803 na Fazenda São Paulo, na localidade hoje chamada de Taquara, no 3° Distrito, e batizado na Igreja de Nossa Senhora do Pilar.

A economia nos tempos coloniais baseava-se no cultivo da cana-de-açúcar e, em escala menor, da mandioca, milho, arroz e legumes. O café passou também a ser explorado mais tarde. Os rios Estrela, Inhomirim, Pilar e Iguaçu, eram então navegáveis e assim facilitavam a saída dos produtos vindos do interior do País com destino ao Rio de Janeiro. Os Rios e a Baía da Guanabara desempenharam um importante papel no que diz respeito ao transporte de mercadorias e de passageiros.

Com a chegada da estrada de ferro, em 1886, ligando a Estação de Meriti à cidade do Rio de Janeiro, os rios deixaram de ser utilizados, o que acabou provocando uma situação de abandono na região da Baixada. Sofrendo com a falta de saneamento básico, a região só veio a ser abastecida de água em 1916. Cinco anos antes, inaugurou-se o prolongamento do trecho suburbano, interligando com Raiz da Serra. Apenas em 1924, instalou-se a primeira rede elétrica.

O município de Duque de Caxias possui dois importantes bens tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional: a Igreja de Nossa Senhora do Pilar e a Casa e Capela da antiga Fazenda São Bento. A primeira está localizada no bairro Pilar e a segunda em São Bento, ambos no segundo distrito.

Duque de Caxias foi sede da Fabrica Nacional de Motores, que iniciou suas atividades em 1940 produzindo motores para aviões. Foi transformada em sociedade anônima em 1947, após a Segunda Guerra Mundial, passando a fabricar caminhões pesados com motor diesel. Em 1968 o governo Federal, maior acionista, transferiu a FNM para a iniciativa privada, no caso a Alfa Romeo.

Adquirida pela Fiat posteriormente, se transferiu para o Estado de Minas Gerais próximo ao final dos anos 70, deixando milhares de moradores da região desempregados. Atualmente parte das instalações da antiga fábrica está sendo utilizada pela indústria de carrocerias de ônibus Ciferal.

Já a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras é a maior fonte de renda do Município. Ela foi inaugurada no início do ano de 1961, em extensa área localizada à margem da Baía da Guanabara, totalizando cerca de 10 milhões de metros quadrados, onde também estão instaladas várias indústrias químicas.

Sua produção atual está em torno de 250 mil barris diários de petróleo, através de 25 unidades de processamento, 2 centrais termoelétricas e 1 sistema de tratamento de afluentes. Possui também um grande parque de armazenamento com 275 tanques para petróleo cru, produtos intermediários e acabados. Os derivados produzidos pela Reduc são exportados para diversos países. Dentre as 632 maiores refinarias do mundo, a Reduc ocupa honrosamente o 19° lugar entre as mais complexas.

Monumento ao Duque de Caxias.

Rodovia Wasghinton Luiz.

Museu da Taquara. Igreja de Nossa Senhora do Pilar. Casa da Fazenda São Bento. Capela da Fazenda São Bento.

Refinaria Duque de Caxias.

Biblioteca Municipal

sábado, 15 de novembro de 2008

O blog é nosso

O nosso blog está com um novo cabeçalho. É criação do amigo Luiz Grilo, o Luiz da Informática, a quem agradecemos a valiosa colaboração. Esta página é de todos nós. Mandem fotos de festas, pescarias, viagens, escrevam alguma coisa, enfim, participem.

Fique sabendo

O blog "Amigos do Bar do Ceará" também é cultura (inútil, mas cultura), e a partir de hoje pretende explicar o significado e como surgiram algumas expressões usadas no dia-a-dia das pessoas. Começamos com:

Afogar o ganso

No passado, os chineses costumavam satisfazer as suas necessidades sexuais com gansos. Pouco antes de ejacularem, os homens afundavam a cabeça da ave na água, para poderem sentir os espasmos anais da vítima.

A primeira vez que se localizou tal expressão no Brasil foi numa das centenas de cartas de Dom Pedro I para a Marquesa de Santos. Preocupado, o pai dele (Dom João VI) começou a censurar as cartas através de um emissário português (Antônio de Goes e Vasconcellos) que veio de Portugal especialmente para isto.

Pedro usava então a expressão "afogar o ganso" no lugar de copular, referindo-se, inclusive, a afogar as mágoas, pois a marquesa adorava gansos.

Destaque esportivo

Flamengo completa hoje 113 anos

Depois de aniversários complicados, clube projeta 2009 ousado, com construção do CT e orçamento recorde

Os festejos na Gávea são modestos. O ápice será um jogo entre celebridades. Mas, depois de temporadas e temporadas de penúria, o Flamengo completa 113 anos neste sábado em uma onda de otimismo. Depois de diversos Brasileiros figurando na parte de baixo da tabela, o clube passou o atual torneio sempre entre os sete primeiros.

Apesar da desconfiança, ainda tem chance de conseguir o título. Mas as principais mudanças serão estruturais. O clube planeja finalizar o CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, no próximo ano. O dinheiro – R$ 25 milhões - viria da lei de incentivo ao esporte.

As renegociações contratuais com os patrocinadores também contam nesta onda de otimismo. E o presidente Marcio Braga dá o recado: “Queremos decuplicar (multiplicar por dez) a nossa torcida em tamanho e arrogância nos próximos 113 anos. Em 2009 vamos disputar o penta tricampeonato Carioca e ainda podemos terminar o ano hexacampeões.

O Flamengo, do Rio de Janeiro, fundado em 15 de novembro de 1895 como um clube de remo, é o mais popular time de futebol do Brasil, com mais de 30 milhões de torcedores, classificado pela Fifa em nono lugar entre os melhores clubes do século 20 e décimo no ranking da revista Placar. Seus fãs usam outros apelidos como “Mengo”, “Mengão”, “Fla” ou “Rubro-Negro” e o mascote do clube é o urubu.

Muitos astros do futebol brasileiro jogaram no Flamengo desde o início do clube, tais como Leônidas da Silva, Zizinho, Domingos da Guia, Dida, mas a era dourada começou em 1978, quando o time venceu o Campeonato Carioca. Os cinco anos seguintes foram de glória. Estrelas como Júnior, Carpegiani, Adílio, Cláudio Adão, Tita e Zico tornaram-se tricampeões estaduais.

O entusiasmo e o orgulho por esta façanha empurraram o Flamengo na direção de seu primeiro Campeonato Brasileiro, em 1980. Então, como campeão nacional, o clube se qualificou para jogar o Campeonato Sulamericano – a Copa Libertadores.
1981 é um marco divisório para a história do Flamengo. Depois de bater o chileno Cobreloa em três partidas, o clube tornou-se campeão sul-americano.

A próxima meta era evidente: o Campeonato Mundial, apenas uma única partida a ser jogada no Estádio Olímpico de Tóquio, Japão, contra o vencedor do campeonato europeu, o Liverpool FC. Raul, Leandro, Marinho, Mozer, Júnior, Andrade, Adílio, Zico, Tita, Nunes e Lin formaram o time encarregado de jogar a partida mais importante do Flamengo, em 13 de dezembro de 1981.

Dois gols de Nunes,um gol de Adílio e uma brilhante performance de Zico foram mais do que suficientes para fazer do Flamengo o primeiro time brasileiro campeão do mundo depois do Santos de Pelé. Os próximos dois anos também foram grandiosos. Outro campeonato estadual em 1981 e dois Campeonatos Brasileiros – 1982 e 1983 – fecharam a Era de Ouro de maneira fantástica.

Zico

Com 731 partidas e 508 gols marcados, Arthur Antunes Coimbra, nascido em 3 de março de 1953, foi o melhor jogador do Flamengo e um dos melhores jogadores de meio-campo do mundo. Ele representou o Brasil em três Copas do Mundo: 1978, 1982 e 1986, e marcou 66 gols em 88 jogos.

Zico foi escolhido como o jogador do ano em 1983 e é considerado um dos melhores jogadores da história do futebol sem vencer uma Copa do Mundo. Zico foi o artilheiro do Brasil na Copa de 1982, em um time considerado uma das melhores Seleções do Brasil em todos os tempos.

O Flamengo tem a maior torcida do Brasil e uma das maiores do mundo.

Gozando a vida


O grande amigo José Bezerra Soares, o popular Cabelim, depois que se aposentou só pensa em gozar a vida, no que ele está absolutamente certo. Pescar é uma de suas paixões. O pessoal do Bar do Ceará reclama sua presença com mais freqüência.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O Natal do Bonifácio

Chegou a época de abrir o coração - e a carteira - e presentear aqueles que nos ajudam durante o ano. NÃO ESQUEÇA O BONIFÁCIO. VAMOS ENCHER A “CAIXINHA DELE”, A DISPOSIÇÃO NO BALCÃO DO BAR DO CEARÁ. De dez centavos a R$ 100, tudo se aceita!!!

Cofrinho moderno.

Comida de buteco

Carreteiro de charque

Ingredientes

3 xícaras de chá de arroz cru
2 colheres de sopa de óleo de soja
1 kg de charque
2 dentes de alho picados
1 cebola ralada
7 xícaras de chá de água fervente
O quanto baste de sal

Modo de preparo

- Coloque com antecedência a carne seca de molho, trocando a água por várias vezes.
- Melhor deixar em geladeira, por 24 horas.
- Cozinhe-a até que esteja macie e pique ou desfie.
- Refogue o alho e a cebola no óleo e junte o charque picado ou desfiado.
- Acrescente o arroz e frite bem, mexendo sempre.
- Adicione a água e baixe o fogo.
- Na hora de servir coloque por cima salsa picadinha.
- Deve ser servido ainda úmido, por isso, prepare na hora de servir.

Uma festa para não ser esquecida (Final)

Chiquinho corta o bolo de seu "niver"...

e serve a amiga da casa do frango assado, que fica ao lado do Bar do Ceará.

E sai na foto com os vizinhos amigos.

A amiga Ana, do vizinho bar do Hans, também não foi esquecida.

Nilo Dias e Ferrinho.
Brandão "fiscalizando" a mesa.

Utilidade pública

IMPORTANTE

Todas às vezes que os senhores se envolverem em acidente de trânsito, cujo terceiro seja um motoqueiro, façam o BO (boletim de ocorrência) independente de serem culpados ou não. Têm ocorrido fatos em que o motoqueiro é o culpado e tenta fazer um acordo no local, diz que está bem e não quer socorro médico.

Mas depois, ele vai a um distrito policial, registra o BO e alega que o veículo fugiu do local sem prestar socorro, cobrando, depois, na justiça, dias parados, conserto da moto e etc . Na maioria dos casos, as testemunhas do motoqueiro são outros motoqueiros.

ROSANA TEIXEIRA FONSECA, CORRETORA DE SEGUROS, alerta que isto é fato pois já ocorreu com ela, mas felizmente não caiu na conversa do motoqueiro, que disse que não tinha acontecido nada. Ela foi na delegacia registrar o BO. E quando chegou lá... os tais amigos do motoqueiro já estavam tentando registrar BO de ausência de socorro.I STO É MUITO IMPORTANTE !!! QUEM NÃO FOR MOTORISTA, REPASSE AOS AMIGOS.OLHO VIVO!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Uma festa para não ser esquecida (9)

O remédio foi pegar o carro, ir até em casa e tomar aquele banho.

A fuga desesperada para o banheiro.

Brandão explica: "São coisas que acontecem."

Não afaltou a comemoraçaão da farinha.

A festa continua!!!"

A festança não quer parar no Bar do Ceará. É um aniversário atrás do outro, Luizão, Chiquinho, Machila e agora o pequeno-grande "Maranhãozinho", um dos ícones da casa. Figura humana notável, pai exemplar e amigo de todos, com justiça recebe hoje o abraço de todos que lhe querem bem. Parabéns por tão expressiva data e já estamos afiando os dentes e tirando o pó da garganta, pois os comes e bebes, com certeza serão fartos. A recepção aos amigos e convidados esepeciais será no sábado, 15 na casa de um amigo, gentilemente cedida. E as fotos da festa, vão dar novo colorido ao nosso blog!!!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Uma festa para não ser esquecida (8)

Maranhãozinho com a camisa do Vasco, Nilo Dias com a do Internacional. Torcedores de dois grandes clubes do futebol brasileiro.

Com muitos olhares curiosos, Chiquinho faz que nem nota o que está por perto dele. Faz parte. Quem é popular corre certos riscos.

Nilo Dias, Maranhãozinho e Giovane.

Cidinho, Moacir e Orlandinho confortam Maranhãozinho, que anda preocupado com a possibilidade de rebaixamento do seu Vasco.

A turma compareceu em peso.

Utilidade pública

Esse estuprador está solto, já foi reconhecido por vítimas através de fotos e já é fichado como criminoso. Divulguem a foto para todos os seus conhecidos de Brasília e principalmente do entorno, pois é nessa região que ele costuma atacar!!! Se alguém ver esse bandido, informe na Delegacia de Policia mais próxima.

Comida de buteco

Canja de galinha

Uma das receitas mais tradicionais, a canja reconforta, nutre e ainda ajuda a curar aqueala ressaca. Uma delícia!

Ingredientes

500 g de peito de frango
2 litros de caldo de galinha (se for usar cubos, dissolva apenas 2)
2 xícaras (chá) de cenouras em cubos
2 batatas
1/2 xícara (chá) de arroz branco
1 pitada de noz-moscada
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo

- Coloque o arroz numa peneira, lave bem e deixe escorrer a água.
- Reserve.
- Corte os legumes em cubos.
- Retire uma fatia fina da lateral da cenoura.
- Apóie a cenoura sobre uma tábua com a lateral cortada voltada para baixo.
- Agora retire fatias finas de cada lado, transformando a cenoura num retângulo.
- Corte o retângulo em fatias (1 cm); as fatias em tiras (1 cm) e as tiras em cubos (1 cm).
- Repita o procedimento com a batata.
- Numa panela, coloque o caldo de galinha, tampe e leve ao fogo médio até ferver.
- Em seguida, abaixe o fogo, acrescente o peito de frango e deixe cozinhar por 40 minutos.
- Retire o peito de frango da panela e reserve.
- Acrescente o arroz, a batata e a cenoura ao caldo da panela e deixe cozinhar por 10 minutos.
- Enquanto isso, desfie o frango com a ajuda de uma faca e de um garfo.
- Coloque o frango desfiado na panela com o arroz, a batata e a cenoura.
- Tempere com noz-moscada, sal e pimenta-do-reino.
- Deixe cozinhar por mais 10 minutos.
- Transfira a canja para uma sopeira. Sirva quente.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Uma festa para não ser esquecida (7)

Machila, Chiquinho e Ribamar.

Paulinho, Leandro, a presença feminina e Chiquinho.

Chiquinho e Piauizinho.

Chico Arraes dá o recado.

Bento e Chiquinho.

Maranhãozinho acompanhado por Mineiro ao violão.