Arinos, interior de Minas Gerais é a terra natal do nosso amigo Leandro, frequentador do Bar do Ceará. As fotos abaixo mostram um pouco do lugar, que é muito bonito. Quem quiser dar uma esticada até lá, não vai se arrepender: saindo de Brasília são 333 Km, pelo trajeto mais curto indicado pelo DNIT. Nesse percurso se passa pela BR-251. Essa viagem pode ser realizada em torno de 4 horas. Mas para que o passeio tenha um final feliz, respeite as placas de sinalização fixadas ao longo da rodovia. Principalmente, não ultrapasse a velocidade média permitida. E não esqueça da Lei Seca.
Pequeno histórico
O arraial denominado Barra da Vaca, primeiro nome do atual município de Arinos, tem sua origem em uma fazenda da região. Situado a margem esquerda do rio Urucuia, afluente do São Francisco, possuia o antigo arraial, no início do século, uma escola, uma capela, uma pequena casa comercial e um estaleiro, destinado a fabricação de embarcações a vela que representavam o elo do intercâmbio comercial entre Barra da Vaca e os municípios de São Romeo, São Francisco, Pirapora e Januária.
A sede do antigo distrito de Marinhos foi transferida para o Arraial de Barra da Vaca em 7 de setembro de 1923, quando recebeu a atual denominação, em homenagem ao escritor e político Afonso Arinos de Melo Franco.
Em dezembro de 1962, Arinos foi elevado à categoria de município. A Reserva Biológica Sagarana, regulamentada pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais ( IEF ), constitui o principal patrimônio natural do município.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
São Gabriel, a "Princesa das Coxilhas" e "Terra dos Marechais"
Na condição de operador do blog, me dei o direito de colocar algumas fotos da cidade de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, onde eu (Nilo Dias) morava antes de vir para Brasília. É a terra natal de minha esposa Teresinha e de meu filho Leonardo. A minha filha Fabiana nasceu em Rio Grande, outra cidade maravilhosa. São Gabriel é chamada de "Princesa das Coxilhas"e também "Terra dos Marechais". Lá, nasceram nada menos do que três marechais, entre eles um Presidente da República, Hermes Rodrigues da Fonseca, o comandante da FEB, Mascarenhas de Moraes e o engenheiro militar Fábio Patricio de Azambuja. Já o marechal João Propício Menna Barreto, o Barão de São Gabriel, nasceu em Rio Pardo, mas morou a maior parte de sua vida em São Gabriel, onde foi próspero estancieiro. E João Nepomuceno de Medeiros Mallet, nasceu em Bagé, mas imortalizou-se no comando do "1º Regimento de Artilharia a Cavalo", o famoso "Boi de Botas", de tantas glórias na campanha da Guerra do Paraguai. Em São Gabriel, tudo cheira a história: afinal, são 208 anos desde a fundação da primeira povoação pelo fidalgo espanhol, Dom Félix de Azara, no distante ano de 1800.
Comida de buteco
Sopa de peixe e batata
Ingredientes para 4 pessoas
1 colher de sopa de óleo
l cebola picada -
2 dentes de alho amassados
l kg de cabeças e espinhas de peixe
l folha de louro
4 batatas cortadas em rodelas
sal e pimenta-do-reino
Modo de fazer
- Aqueça o óleo e refogue a cebola e o alho.
- Acrescente o peixe, o louro e 2 litros de água fervente.
- Cozinhe por 40 min, em fogo baixo, com a panela tampada.
- Retire do fogo e passe por uma peneira.
- Coloque o caldo de peixe de volta na panela, junte a batata e tempere com sal e pimenta-do-reino.
- Cozinhe em fogo baixo por mais 30 min.
- Sirva quente, com torradas.
Ingredientes para 4 pessoas
1 colher de sopa de óleo
l cebola picada -
2 dentes de alho amassados
l kg de cabeças e espinhas de peixe
l folha de louro
4 batatas cortadas em rodelas
sal e pimenta-do-reino
Modo de fazer
- Aqueça o óleo e refogue a cebola e o alho.
- Acrescente o peixe, o louro e 2 litros de água fervente.
- Cozinhe por 40 min, em fogo baixo, com a panela tampada.
- Retire do fogo e passe por uma peneira.
- Coloque o caldo de peixe de volta na panela, junte a batata e tempere com sal e pimenta-do-reino.
- Cozinhe em fogo baixo por mais 30 min.
- Sirva quente, com torradas.
Mascotes dos clubes
Símbolos do Fluminense Football Club
O Tricolor de Laranjeiras sempre se caracterizou por possuir torcedores ilustres e famosos, presidentes, cantores e cantoras, artistas, personalidades ligadas a cúpula do futebol mundial e, desta forma surgiu a idéia de um outro símbolo, o “Cartola”. Idealizado pelo grande caricaturista argentino Mollas o “Cartola” surgiu, elegante, de fraque e cartola com sua imponente piteira, passando a imagem da aristocracia tricolor.
Já o "Pó-de-Arroz" surgiu após a transferência do jogador Carlos Alberto, do América para o Fluminense. Por ser mulato e a camisa branca tricolor produzir maior contraste em relação a sua pele, do que a camisa do América, o jogador antes de entrar em campo no dia 13 de maio de 1914, quando enfrentava o rival e houve empate em 1 x 1 nas Laranjeiras, gol de Welfare, ele tentou disfarçar sua cor colocando um pouco de pó-de-arroz pois estava preocupado com os aristocráticos torcedores tricolores da época.
Ao iniciar a partida, o suor começou a escorrer pelo rosto e levava consigo o pó anteriormente colocado. Assim que os torcedores adversários viram a cena, pois já conheciam o jogador, notaram que estava com a tonalidade de sua pele diferente - malhada -, e começaram da arquibancada a gritar "pó-de-arroz", "pó-de-arroz", surgindo desta maneira o novo apelido que também foi incorporado ao clube.
A torcida tricolor é o maior patrimônio do Fluminense. Na vitória ou na derrota nunca deixa de acompanhar o time, jamais deixa de comparecer com seu apoio e dedicação quando se coloca em jogo a sorte do Clube. Isto inspirou a criação de várias torcidas organizadas. A “Força Flu”, por exemplo, foi fundada em 25 de novembro de 1970, inspirando-se na "Forza Italia", torcida que acompanhava a seleção italiana na Copa do Mundo de 1970, no México. Seu lema é "Conosco quem quiser, contra nós quem puder".
Já em dezembro do mesmo ano surgia a “Young Flu”, a maior torcida organizada do Fluminense cujo lema é "Poucos a viram nascer, muitos a viram crescer, ninguém há de vê-la morrer". A “Flunitor” ("O terremoto grená") foi fundada em 1973 por tricolores de Niterói. A “Fiel Tricolor” fundada em 1976 tem como lema a frase "A torcida que mais cresce". Alunos do Colégio São Vicente de Paula, em Laranjeiras, iniciaram a “Garra Tricolor” em 1995 com o lema "Verás que um filho teu não foge à luta".
O Tricolor de Laranjeiras sempre se caracterizou por possuir torcedores ilustres e famosos, presidentes, cantores e cantoras, artistas, personalidades ligadas a cúpula do futebol mundial e, desta forma surgiu a idéia de um outro símbolo, o “Cartola”. Idealizado pelo grande caricaturista argentino Mollas o “Cartola” surgiu, elegante, de fraque e cartola com sua imponente piteira, passando a imagem da aristocracia tricolor.
Já o "Pó-de-Arroz" surgiu após a transferência do jogador Carlos Alberto, do América para o Fluminense. Por ser mulato e a camisa branca tricolor produzir maior contraste em relação a sua pele, do que a camisa do América, o jogador antes de entrar em campo no dia 13 de maio de 1914, quando enfrentava o rival e houve empate em 1 x 1 nas Laranjeiras, gol de Welfare, ele tentou disfarçar sua cor colocando um pouco de pó-de-arroz pois estava preocupado com os aristocráticos torcedores tricolores da época.
Ao iniciar a partida, o suor começou a escorrer pelo rosto e levava consigo o pó anteriormente colocado. Assim que os torcedores adversários viram a cena, pois já conheciam o jogador, notaram que estava com a tonalidade de sua pele diferente - malhada -, e começaram da arquibancada a gritar "pó-de-arroz", "pó-de-arroz", surgindo desta maneira o novo apelido que também foi incorporado ao clube.
A torcida tricolor é o maior patrimônio do Fluminense. Na vitória ou na derrota nunca deixa de acompanhar o time, jamais deixa de comparecer com seu apoio e dedicação quando se coloca em jogo a sorte do Clube. Isto inspirou a criação de várias torcidas organizadas. A “Força Flu”, por exemplo, foi fundada em 25 de novembro de 1970, inspirando-se na "Forza Italia", torcida que acompanhava a seleção italiana na Copa do Mundo de 1970, no México. Seu lema é "Conosco quem quiser, contra nós quem puder".
Já em dezembro do mesmo ano surgia a “Young Flu”, a maior torcida organizada do Fluminense cujo lema é "Poucos a viram nascer, muitos a viram crescer, ninguém há de vê-la morrer". A “Flunitor” ("O terremoto grená") foi fundada em 1973 por tricolores de Niterói. A “Fiel Tricolor” fundada em 1976 tem como lema a frase "A torcida que mais cresce". Alunos do Colégio São Vicente de Paula, em Laranjeiras, iniciaram a “Garra Tricolor” em 1995 com o lema "Verás que um filho teu não foge à luta".
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Comida de buteco
Queijo Caseiro com Ervas
- 1 litro de creme de leite
- 1/4 xícara de vinagre
- 1 pano ralo
- 1 colher chá de sal
- 1 colher chá de salsinha, cebolinha e orégano
- 2 colheres sopa de pimenta do reino em grão, pisada
- bolachas salgadas ou torradas
Preparo
- Numa panela, aqueça o creme de leite até que fique morno.
- Adicione o vinagre e despeje numa tigela média.
- Cubra a tigela e guarde-a durante 24 a 48 horas ou até que fique em consistência de coalhada.
- Forre um escorredor com pano ralo e ponha na pia.
- Despeje a coalhada e deixe escorrer por 10 minutos.
- Suspenda o escorredor sobre uma panela grande, cubra tudo com plástico, feche bem e leve á geladeira de 18 a 24 horas.
- Retire o queijo, adicione os temperos e mexa bem.
- Forre uma forma própria para queijo com uma camada dupla de pano úmido.
- Coloque esta forma sobre a panela para escorrer.
- Cubra a tigela e leve á geladeira por 18 horas.
- 1 litro de creme de leite
- 1/4 xícara de vinagre
- 1 pano ralo
- 1 colher chá de sal
- 1 colher chá de salsinha, cebolinha e orégano
- 2 colheres sopa de pimenta do reino em grão, pisada
- bolachas salgadas ou torradas
Preparo
- Numa panela, aqueça o creme de leite até que fique morno.
- Adicione o vinagre e despeje numa tigela média.
- Cubra a tigela e guarde-a durante 24 a 48 horas ou até que fique em consistência de coalhada.
- Forre um escorredor com pano ralo e ponha na pia.
- Despeje a coalhada e deixe escorrer por 10 minutos.
- Suspenda o escorredor sobre uma panela grande, cubra tudo com plástico, feche bem e leve á geladeira de 18 a 24 horas.
- Retire o queijo, adicione os temperos e mexa bem.
- Forre uma forma própria para queijo com uma camada dupla de pano úmido.
- Coloque esta forma sobre a panela para escorrer.
- Cubra a tigela e leve á geladeira por 18 horas.
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