domingo, 27 de março de 2011

Lembranças de uma visita ao Sul

Eis que o operador do blog está de volta, depois de passar 22 dias no Rio Grande do Sul. Foi um passeio e tanto, muita festa, churrasco e cerveja "Polar", exclusividade dos gaúchos. Abaixo algumas fotos que relembram tão agradáveis momentos. As primeiras são de um jantar que os amigos da imprensa da cidade de Rio Grande e do F.B.C. Rio-Grandense, ofereceram a este colunista, no categorizado Restaurante Passione. Seguem fotos de outras festas.

Nilo agradecendo a homenagem que recebeu.
Nei Amado Costa, grande craque do passado, treinador e comentarista de futebol, Horácio Gomes, o melhor repórter que o rádio gaúcho conheceu, e Nilo Dias.
Nilo Dias.
Vista geral da festa.
Jornalista Willy César saúda o também jornalista Nilo Dias.
Nilo Dias mostra a camisa do F.B.C. Rio-Grandense, seu time do coração em Rio Grande.
Nilo recebendo a camisa do F.B.C. Rio-Grandense.
A camisa 9 do F.B.C. Rio-Grandense foi um presente do amigo e grande artilheiro gaúcho, Antônio Azambuja Nunes, o "Nico", que marcou quase 800 gols jogando só no Rio Grande do Sul. É um record até hoje não igualado.
Vista parcial do evento.
Vista parcial do evento.
Nilo Dias e os ex-craques do F.B.C. Rio-Grandense, Nei Amado Costa e Nico.
Os ex-craques Nei Amado Costa e Nico.
Professor Paulo Mancha, grande educador riograndino e ardoroso torcedor do F.B.C. Rio-Grandense, Jonas Cardoso, radialista e gerente da Rádio Minuano de Rio Grande e o jornalista e escritor Willy César.
Alguns dos amigos que prestaram tão significativa homenagem ao operador deste blog.
Nilo e o amigo Paulo Edson, ex-jogador do F.B.C. Rio-Grandense e atual presidente do Centro de Navegação de Rio Grande.
Nilo e amigos no Bar Confraria do Samba, em Pelotas.
Nilo Dias em visita ao Estádio Bento Freitas, do G.E. Brasil de Pelotas. Ao seu lado um dirigente do clube rubro-negro pelotense.
Nilo Dias e filhas Leandra e Janice, em Pelotas.
Em São Gabriel Nilo Dias participou de um jantar comemorativo ao aniversário do delegado de policia da cidade, doutor Tiago Firpo, no Hotel e Restaurante Glória.
Durante churrasco no Bar do Tio, em São Gabriel.
Tio, o dono do bar e seu inseparável amigo, o cachorrinho "Urso".
É de dar água na boca.
Nilo servindo-se de uma deliciosa cachaça com butiá, durante jantar que lhe foi oferecido por um grupo de torcedores do Internacional, na chácara de um amigo.
O gauchão "Gaitinha" e o carnavalesco Carlinhos, durante churrasco no Bar do Flavinho, em São Gabriel.
Nilo abraçando um gremista, durante churrasco no Bar do Flavinho em São Gabriel.
Paulinho, ex-jogador da S.E.R. São Gabriel e Internacional de Santa Maria, churrasqueiro oficial do Bar do Flavinho.
Nilo e J. Bina, grande narrador de futebol de São Gabriel.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Destaque Esportivo

Inter renova com D´Alessandro por mais duas temporadas

Meia, que tinha contrato com o Colorado até 2012, ficará no Beira-Rio até 2014

O vice-presidente de futebol do Inter, Roberto Siegmann, volta de Buenos Aires nesta sexta-feira com um importante documento em mãos: a renovação do contrato do meia D'Alessandro por mais duas temporadas. Assim, o argentino – que tinha contrato com o Inter até 2012 - fica no Beira-Rio até agosto de 2014.

Clubes do exterior que quiserem tirar o meia do Colorado terão que desembolsar 50 milhões de euros, valor da multa rescisória. Siegmann está na Argentina tratando do assunto desde ontem.

Enquanto dirigentes do Colorado e empresários tratam de sua permanência em Porto Alegre, D'Alessandro segue em tratamento no estádio Beira-Rio. Com uma entorse no pé, o jogador não esteve em campo na vitória sobre o Jaguares e só deve voltar a entrar em campo no jogo do dia 16 de março, contra o Jorge Wilstermann, pela terceira rodada da Libertadores.

(Foto: Alexandre Lops/ Divulgação Inter/CP)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Destaque Esportivo

Devendo em campo, Ronaldinho é atração no carnaval carioca

Jogador irá desfilar na escola Grande Rio, uma das afetadas pelo incêndio do início do mês

Fora de campo, Ronaldinho continua empolgando. Na noite de domingo, logo depois de o Flamengo superar o Botafogo e conseguir a classificação para a final da Taça Guanabara, o jogador foi para o sambódromo do Rio de Janeiro participar do ensaio técnico da Grande Rio, escola afetada recentemente por um incêndio na Cidade do Samba.

Com desenvoltura e muita ginga, Ronaldinho arrancou aplausos dos foliões, enquanto era cercado por vários seguranças. Com um tamborim e em companhia da atriz Suzana Vieira, Ronaldinho foi a atração da noite. Pouco antes, no entanto, teve mais uma atuação discreta no clássico disputado no Engenhão.

Desde que chegou ao Flamengo, Ronaldinho não mostrou nem de longe o futebol técnico e vistoso com o qual se consagrou. Tem se esforçado nas disputas de bola e já tentou um ou outro malabarismo. Mas nada que lembre o campeão do mundo de 2002, no Japão.

Já entre sambistas, Ronaldinho é um sucesso. Em menos de um mês, já esteve numa roda com Monarco, da Portela, e, no Candongueiro, uma casa de show em Niterói, se encontrou com Nelson Sargento e tocou tantan. Nas duas vezes, sambou com extrema leveza. Nesta terça-feira, volta a treinar.

Ronaldinho, futebolista ou sambista? (Crédito: Celso Pupo / Foto Arena / AE / CP)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Se ajeitando para ir a praia comigo

Divirtam-se

Arrumei essas gatinhas maravilhosas para irem a praia, no Rio, com os meus amigos do Bar do Ceará.






Rio Antigo

Anos 60, Bar Veloso.
Ipanema, década de 1960.
1954. Remadores na Lagoa.
1947. Imediações do Jardim de Alá.
1939. Praça Onze.
1934. Passagem do Zeppelin pela região do Flamengo/Catete.
Copacabana, década de 1930.
1930. Galeão.
Década de 1920. Acreditem, este carro foi do Rio a Buenos Aires.
1922. Hotel Malta.
Início do século XX. Rua Jardim Botânico.
Bar no início do século XX.
1911. Café no Rio de janeiro.
1906. Rua Riachuelo.

Destaque Esportivo

Caso de polícia no futebol gaúcho

É uma vergonha, diz presidente do Veranópolis

Por Redação Yahoo! Brasil

Um jantar de confraternização de atletas do Veranópolis para ver o jogo do Santos pela Libertadores quase terminou em tragédia e gerou a demissão de dois jogadores.

Cinco atletas reuniram-se na casa do zagueiro Anderson Bill. No entanto, durante uma discussão, o atacante Gilson usou uma faca para ameaçar o meia Marcos Paraná, que, assustado, pulou da sacada e fraturou duas costelas. Como resultado, a diretoria do clube rescindiu o contrato de ambos os atletas.

"Foi uma vergonha para o clube, mas já fizemos o que tínhamos de fazer: rescindir o contrato dos dois. O Marcos ainda não assinou, porque está convalescendo, mas já está comunicado", afirmou o presidente do Veranópolis Gilberto Generosi.

O técnico Leandro Machado também teve seu contrato rescindido. Quem assume é o gerente de futebol Adenir Bertóglio, que fez coro ao mandatário do clube: "Isso prejudicou a carreira dos dois. Poderia ter sido mais trágico, causado uma morte. Eles sujaram o nome do clube e do elenco".

Generosi afirmou que, ao contrário do companheiro, explosivo, Gilson tem bom temperamento: "O Marcos é muito nervoso, agitado, jogou quatro jogos e foi expulso em dois por agressão. Já o Gilson era calmo dentro e fora de campo".

O presidente mostrou-se envergonhado com o incômodo causado pelos atletas: "Causaram um vexame no condomínio onde isso aconteceu. Há pessoas que trabalhariam cedo no dia seguinte e eles ficaram até as duas da manhã para se acalmarem".

Em relação às baixas no elenco, Gilberto Generosi comentou que os dois farão falta, mas ressalta a decisão da diretoria: "Trabalhávamos com 24 atletas, hoje estamos com 22. Traremos mais três para melhorar nosso plantel em quantidade e qualidade. Mesmo assim, tomamos a decisão certa em rescindir com eles".

Os dois jogadores não serão os únicos a deixar o clube. O diretoria rescindiu o contrato do técnico Leandro Machado em comum acordo. O treinador ficou apenas duas semanas no comando técnico da equipe gaúcha. "Temos de ter senso crítico. Não tinha mais nada a tirar do grupo, sei até onde posso ir", disse Leandro.

O presidente justificou a decisão: "Já vínhamos tratando isso há um tempo. Ele não conseguiu motivar o grupo, não conseguiu empregar no elenco a garra característica do futebol gaúcho, motivo pelo qual o contratamos, mas o fato de ter acontecido no mesmo dia foi coincidência".

Já longe do Veranópolis, o técnico repensa a decisão tomada: "Não me arrependo do que fiz, mas devia ter pensado melhor e ter tido mais paciência, mais tranquilidade quando recebi a proposta", finalizou.

Segundo o presidente, o novo técnico já foi escolhido e assistirá das tribunas a partida contra o Caxias, pelo Gauchão. No entanto, o nome do novo comandante ainda não pode ser revelado.

O meia Marcos Paraná, que se recupera em casa, preferiu não comentar a rescisão de seu contrato: "Não sei se eu merecia, não sei o que se passa na cabeça dos dirigentes, mas sempre me dei bem com todos no clube. Só tenho de aceitar o que eles decidirem", disse o atleta.

No entanto, o atleta relutou em comentar o incidente: "Não gosto nem de lembrar o que aconteceu. Prefiro pensar que é passado e me preocupar em voltar a jogar".

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Prontinha para ver o jogo do Inter junto comigo

Os 7 Povos das Missões

No século XVI e princípios do século XVII, os padres jesuítas espanhóis fundaram aldeias, denominadas de missões, orientadas pela religião católica, onde os índios viviam de acordo com os princípios da cultura ocidental na região oeste do território, hoje pertencente ao Brasil, Uruguai, Paraguai e à Argentina.

Foram criados sete povoados, que ficaram conhecidos como os “sete povos das missões”. A etnia desses povos era variada, nela predominando os traços dos índios guaranis.

Os “Sete Povos” eram formados pelas aldeias de São Francisco Borja (1682), São Nicolau (1687), São Luiz Gonzaga (1687), São Miguel Arcanjo (1687), São Lourenço Mártir (1690), São João Batista (l697) e Santo Ângelo Custódio (1707), nas terras do Rio Grande do Sul.

São Miguel, uma das mais antigas missões dos Sete Povos, foi o primeiro lugar a ser tombado pelo IPHAN, como símbolo de agregação territorial, unidade nacional e identidade do povo gaúcho.

Nessas ruínas há uma igreja que contém o único exemplar de torre e frontaria remanescentes dos povos jesuíticos e dos índios guarani que se localizavam, nos séculos XVII e XVIII, no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Lá se encontram restos de paredes, de fundações e de pavimentação de várias construções, casas de padres e de índios, oficinas, colégios e cemitérios, testemunhos notáveis da primeira civilização implantada por europeus. É de destacar as características sociais, econômicas, culturais e religiosas inovadoras e inexistentes na época.

A construção da Igreja de São Miguel Arcanjo teve início em 1735 e foi concluída dez anos depois, sob a condução do arquiteto italiano, padre jesuíta, Grean Battista Primoli. A igreja possuía três naves com cinco altares dourados, cobertos de imagens de santos, em pedra e madeira, todas elas talhadas pelos próprios índios.

Construída com grandes blocos de pedras, alguns com cerca de mil quilos, assentados uns sobre os outros graças a um recorte tecnicamente bem calculado. Do lado direito da frontaria da igreja há uma torre com 25 metros de altura, onde originalmente havia cinco sinos.

Um deles, pesando mil quilos, encontra-se ainda no museu existente junto às ruínas. Acredita-se que esse e os demais sinos tenham sido fundidos na missão de São João Batista, onde se instalou a primeira fundição da América Latina.

Na análise de Darcy Ribeiro em As Américas e a Civilização, as missões representam “a tentativa mais bem sucedida da Igreja Católica para cristianizar e assegurar um refúgio às populações indígenas, ameaçadas de absorção ou escravização pelos diversos núcleos de descendentes de povoadores europeus e para organizá-las em novas bases, capazes de garantir sua subsistência e seu progresso”.

Em 1983 reconheceu-se São Miguel como um dos patrimônios da humanidade por representar um testemunho histórico do Novo Mundo, gerado pela expansão européia do século XVII e pela ação inovadora dos jesuítas.

O nome São Miguel Arcanjo significa “o que está com Deus”. Chefe dos Exércitos celestiais e padroeiro da Igreja Católica Universal, São Miguel representa o anjo do arrependimento e da justiça, tendo sido mencionado três vezes na Bíblia Sagrada:

No capítulo 12 do livro de Daniel está escrito: “Ao final dos tempos aparecerá Miguel, o grande príncipe que defende os filhos do povo de Deus. E então os mortos ressuscitarão, os que fizeram o bem, para vida eterna, e os que fizeram o mal para o horror eterno”.

No capítulo 12 do livro do Apocalipse lê-se: ”Houve uma grande batalha no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra satanás e suas legiões que foram derrotadas, e não houve lugar para eles no céu. A antiga serpente, o diabo, o sedutor do mundo foi atirado no precipício.

Ai da terra e do mar, porque o demônio desceu a voz com grande ira, sabendo que lhe resta pouco tempo”. Na carta de São Judas consta: “O Arcanjo Miguel, quando enfrentou o diabo, disse que o Senhor o condene”. Por isso São Miguel apareceu muitas vezes atacando o dragão infernal”.

É interessante referir que o nome desse guerreiro dos exércitos celestiais encontrava-se exatamente no local onde ocorreriam as mais sangrentas batalhas de uma guerra do período colonial, as Guerras Guaraníticas.

Dá-se o nome de Guerras Guaraníticas para o episódio de cruel massacre dos nativos e de seus amigos jesuítas por soldados de Portugal e Espanha, ocorrido nas terras do Rio Grande do Sul em decorrência das decisões expressas no Tratado de Madri.

Durante o século XVII o movimento missionário enfrentou problemas na América do Sul, em áreas de litígio entre colonialismo espanhol e português. No Sul do Brasil, a população indígena dos Sete Povos das Missões foi submetida ao Tratado de Madri (1750), um dos principais tratados de limites, assinado por Portugal e Espanha para definir as áreas colonizadas.

O Tratado de Madri exigiu a transferência dos nativos para a margem ocidental do Rio Uruguai. Portugal e Espanha concordaram em trocar os Sete Povos das Missões, que ficou para Portugal, pela colônia do Sacramento que passou a pertencer à Espanha.

A decisão foi tomada por um acordo entre Portugal, Espanha e a Igreja Católica, enviando esta um emissário para impor a obediência aos nativos.

Os jesuítas viram-se numa situação delicada: se apoiassem os indígenas seriam considerados rebeldes; se não os apoiassem perderiam a confiança deles. Uns permaneceram ao lado da coroa, mas outros, como o Padre Lourenço Balda, da Missão de São Miguel, apoiaram os nativos, organizando a resistência desses índios à ocupação de suas terras e à escravização.

Os indígenas missioneiros opuseram-se à decisão do Tratado de Madri por não se considerarem bens permutáveis à disposição dos caprichos de monarcas europeus e por acreditarem que as terras lhes haviam sido reservadas por Deus, por intermédio de São Miguel Arcanjo.

Contrários às idéias da comissão deram início à luta por ação armada. Em janeiro de 1756, 1700 espanhóis e 1600 portugueses, rebocando 10 canhões, invadiram as Missões. Na Batalha de Caiboaté, momento culminante dessa guerra, centenas de missioneiros foram massacrados, poucas baixas se registrando nos exércitos invasores.

Foi-lhes fácil derrotar a desorganizada armada guarani, com seus canhões de bambu envoltos em couro, mobilizada em torno de seu herói o índio Sepé.

Sepé - Tiaraju foi um índio guarani de São Miguel das missões, que organizou guerrilhas para impedir o avanço dos exércitos português e espanhol na denominada Guerra Guaranítica, nos anos 1754-56.

Diz a lenda que quando Sepé morreu, ao preparar uma emboscada aos espanhóis na República dos Guaranis em 1756, os índios olharam para o céu e viram um cavaleiro galopando sobre um cavalo de fogo, envolto por uma luz muito intensa e com uma lança na mão. Era Sepé indo ao encontro de Tupã.

Essa derrota provocou a morte de muitos guaranis, assim como a destruição do trabalho de várias gerações, fazendo desaparecer uma enorme quantidade de índios catequizados.

Ao atravessar o pórtico da entrada das ruínas de São Miguel das Missões lê-se o brado heróico de Sepé-Tiaraju lá inscrito Co yvy oguereco yara, República dos Guaranis, hoje um lugar onde o passado e o futuro se encontram na memória histórica dos povos que concretizaram os sonhos e delinearam os destinos de um continente.

O tema das Guerras Guaraníticas tem muito a ver com os objetivos e ideais dos Clubes dos 21 Irmãos - Amigos no Brasil: integração dos povos, fé, esperança, caridade, defesa da unidade e identidade dos cidadãos. Foram valores como estes que transformaram o País na grandiosa Nação que hoje nos mantêm unidos.

Nas palavras do Profeta Daniel, “ao final dos tempos aparecerá Miguel, o grande príncipe que defende os filhos do povo Deus. E então os mortos ressuscitarão, os que fizeram o bem, para a Vida Eterna e os que fizeram o mal para o horror eterno”.

Diziam os índios guaranis ao tempo das Guerras Guaraníticas: “Esta terra tem dono. Ela nos foi dada por Deus e por São Miguel”.

Assim foi e assim será.

Os que fizerem o bem serão louvados

e os que fizerem o mal serão desprezados.

Mostra a história que a verdade sempre prevalece

e se perpetua na memória dos povos.

E se Deus é Brasileiro, como muitas vezes se afirma,

São Miguel é certamente Gaúcho.




Para adoçar a boca e a vida


Pudim de Claras (Receita portuguesa)

Ingredientes

Para o caramelo

1 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de água

Modo de Preparo

Numa panela para pudim, coloque a água e o açúcar e mexa até dissolver.

Leve ao fogo alto para caramelar e não mexa mais.

Quando dourar, desligue o fogo.

Vá girando a formapara que o caramelo espalhe nas laterais.

Reserve.

Ingredientes

Para o pudim

10 claras
18 colheres (sopa) rasas de açúcar

Modo de Preparo

Pré-aqueça o forno a 120ºC (temperatura baixa).

Na batedeira, coloque as claras e bata até o ponto de neve.

Adicione o açúcar aos poucos, batendo entre cada adição.

Ao final, bata por mais 5 minutos.

Transfira as claras para a forma caramelada e coloque sobre uma assadeira com água para assar em banho-maria ao forno.

Deixe assar por cerca de 30 minutos.

O pudim deve ficar dourado por cima.

Retire do forno e deixe esfriar um pouco para desenformar (se ainda estiver quente, pode quebrar, e se ficar muito frio, pode não soltar da forma, portanto o ideal é morno).

Coloque um prato por cima da fôrma e vire de uma vez.

Levante a forma delicadamente para o pudim se soltar aos poucos.

Sem comentários

Golpe novo na praça

É bem facil de cair

Você recebe uma chamada e a pessoa diz: "Estamos ligando do Departamento de Segurança da VISA (por exemplo). Meu nome é "fulano" e meu número de
identificação funcional é 'tal" ...

" O Sr. comprou 'tal coisa" ( qualquer coisa bem estranha, como um "dispositivo Anti-Telemarketing') no valor de R$ 497,99, de uma empresa em Porto Alegre ?

"É óbvio que você responde que não, ao que se segue: "Provavelmente, seu cartão foi clonado e estamos telefonando para verificar. Se isto for confirmado, estaremos emitindo um crédito ao seu favor.

Antes de processar o crédito , gostaríamos de confirmar alguns dados: "o seu endereço é tal?" (Isto pode ser encontrado facilmente das listas telefônicas via Internet).

Ápos responder "sim", o golpista continua ... "'Qualquer pergunta que o Sr. tenha, deverá chamar o número 0-800 que se encontra na parte traseira de seu cartão e falar com nosso Departamento de Segurança.

"Por favor, anote o seguinte número de protocolo"... O bandido lhe dá então um número de 6 dígitos e pede:

- 'O Sr. poderia lê-lo para confirmar?" Aqui vem a parte mais importante da fraude.
Ele diz então:

"'Desculpe, mas temos que nos certificar de que o Sr. está de posse de seu cartão. Por favor, pegue seu cartão e leia para mim o seu número".

Feito isto, ele continua: "Correto. Agora vire o seu cartão e leia, por favor, os 3 últimos números (ou 4 dependendo do cartão)".

Estes são os seus 'Números de Segurança' (Pin Number), que você usa para fazer compras via Internet, para provar que está com o cartão! Depois que você informa os referidos números, ele diz:

"'Correto! Entenda que era necessário verificar que o seu cartão não estava perdido nem tinha sido roubado, e que o Sr. estava com ele em seu poder.. Isso confirma que o seu cartão foi mesmo clonado, infelizmente..

"O Sr. teria alguma outra pergunta?' Depois que você diz que não, o ladrão agradece e desliga.

Provavelmente, em menos de 10 minutos, uma compra via internet será lançada no seu cartão, e muitas outras, caso você não perceba a fraude até a chegada do extrato.

É quase inútil fazer denuncias à polícia. Até nos USA é difícil o rastreamento destas ligações.

Caso receba este tipo de ligação, você pode falar para o bandido desligar que você mesmo fará a ligação para o 0800 da sua operadora.

Destaque Esportivo

Inter encara Emelec na estreia na Libertadores

Clube gaúcho vai ao Equador na primeira rodada da fase de grupos

Eduardo Moura

A caminhada reinicia. Como uma bola, que roda, o mundo do futebol também dá voltas. Depois de sair campeão da edição de 2010, mas sofrer grande perda ao cair na semifinal do Mundial de Clubes para o Mazembe, o Inter começa seu caminho rumo ao tri.

Já na apresentação do Inter, ainda em janeiro, a direção colorada discursava sobre a Libertadores. Giovanni Luigi, presidente colorado, quer mais uma foto nas paredes do vestiário, recheado com banners da Libertadores e Mundial de 2006, Recopa em 2007 e Sul-Americana em 2008.

Comandante maior do departamento de futebol, o vice-presidente Roberto Siegmann também falava desta obsessão vermelha. E a vontade não ficou só no discurso: Siegmann contratou cirurgicamente para a competição, jogadores de peso: Zé Roberto, Bolatti e Cavenaghi. E também no sotaque, já que foram dois argentinos com pinta de titulares.

Cavenaghi debutou com a camisa colorada no domingo, sem muito brilho. Teve boa movimentação, mas não tira nem Zé Roberto – tido por Celso Roth como peça fundamental – e nem Leandro Damião, com cinco gols em três jogos em 2011.

A estreia de Bolatti, no entanto, pode acontecer nesta quarta, às 22h, contra o Emelec. Ele entraria na cabeça de área no lugar de Wilson Matias. No restante, Roth não tem dúvidas. Vai com a mesma equipe que bateu o Pelotas.

"Não tenho o ritmo que gostaria mas estou em condições técnicas para iniciar se o treinador quiser. Nada me impede de estrear", avisou Bolatti.

Pelo lado do Emelec, o favoritismo declarado está com o Inter. Todos os jornais equatorianos deram mais atenção ao atual campeão da Libertadores do que ao próprio time da casa.

O técnico Omar Asad prega marcação forte e por zona ao time do Inter, mas destaca que um jogador sofrerá marcação especial: D'alessandro. Para o comandante dos Elétricos, o argentino é o centro técnico colorado.

"D'alessandro é o principal gerador de futebol do Inter.Vamos buscar minimizar o jogo dele, mas em aspectos gerais a marcação será por zona", explicou Asad ao site oficial do Emelec.

FICHA TÉCNICA:
EMELEC X INTERNACIONAL
Data/hora: 16/02, às 22h
Local: Estádio George Capwell, em Guayaquil, no Equador
Inter: Lauro; Nei, Índio, Sorondo e Kleber; Wilson Matias(Bolatti), Tinga, Guiñazu e D'alessandro; Zé Roberto e Leandro Damião. Técnico: Celso Roth.
Emelec: Javier Klimowicz; Carlos Quiñónez, Marcelo Fleitas, Gabriel Achilier y Oscar Bagüí; Pedro Quiñónez, Dennis Hurtado (Fernando Giménez), Énner Valencia (Eial Strahman) y Edison Méndez (David Quiróz); Christian Menéndez y Ángel Mena. Técnico: Omar Asad.